http://samarrahills-universal.blogspot.com/
Com a descoberta de que o "Samarra Hills" é consultado noutros pontos do globo, achámos meritório e necessário expandi-lo e torná-lo perceptível para todos. Aqui está o link para o "Samarra Hills-Universal (english version)".
With the discovery that "Samarra Hills" is consulted in other spots of the world, we found it worthwhile and necessary to expand it and make it perceptible for all . Here is the link for the "Samarra Hills-Universal (english version).
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Rationality expects that every Man will do his duty!

Muitos se questionam sobre as causas da presente crise, tanto social como económica, e muitas teorias são apresentadas. Apontam-se bastantes problemas particularistas que, de facto, representam parte significativa do geral. Porém creio que as análises feitas, no geral, não abordam as causas principais do que se passa no século XXI por todo o Mundo.
A meu ver o principal problema existente nas sociedades contemporâneas é a irracionalidade do Ser Humano, a inconsciência e ignorância face ao Meio que o rodeia, e a incapacidade de ele agir de forma lógica e equilibrada face a esse mesmo Meio. Por exemplo, não existiria corrupção se cada um de nós compreendesse o significado de dever social, se compreendêssemos todos a importância das nossas acções numa escala maior.
Creio que Portugal, exemplo apropriadíssimo para esta teorização, poderia funcionar bem se os seus habitantes fossem mais racionais e se esforçassem para que a sua Res Publica funcionasse de facto. Muitos apontam as culpas da presente crise portuguesa aos políticos (também têm a sua cota de culpa), muitos apontam aos grandes grupos económicos (têm muita culpa de facto), mas, na minha visão social, o grande culpado do que se passa em Portugal é o Português. O culpado desta crise é a funcionária da repartição pública que demora no atendimento do cliente, é o professor universitário que se descuida na forma como lecciona, é o político que vira as costas aos seus ideais em troca de regalias e apoios financeiros, é o patrão que mantêm empregados a recibos verdes e a salários mínimos para conseguir manter o seu Audi A8 na garagem, é o cidadão que apresenta o salário mínimo quando ganha, de facto, o dobro ou o triplo do mesmo, é a pessoa que não nutre uma opinião política, é aquele que interrompe as férias para assistir a um jogo do Benfica mas que não o faria para votar democraticamente. O culpado é também aquele aluno universitário, a elite intelectual do país, que ignora a presente situação em troca das praxes... O culpado sou eu, és tu, somos todos, porque a Res Publica Portuguesa é um estado orgânico, funciona democraticamente em principio e isso confere-nos grande culpa.
A ideia básica que me resulta racional é a de que, se cada um de nós fizer aquilo que é mais racional e benéfico para o Tudo, o Tudo prosperará e se o geral prospera a maioria do particular também.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Carl Sagan sobre o Cosmos

"Esta é a primeira vez em que temos o poder de decidir o destino do nosso planeta e o nosso. Este é um tempo de grande perigo... Mas a nossa espécie é jovem e curiosa, corajosa, representa uma grande promessa. Nos últimos milénios fizemos as mais impressionantes e inesperadas descobertas sobre o Cosmos e sobre o nosso lugar Nele. Eu acredito profundamente que a nossa sobrevivência depende de como entendemos este Cosmos, no qual flutuamos como um grão de poeira sobre o céu matinal..."
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Questão...

Se é um dado adquirido pela racionalidade humana que todos os Homens nascem iguais em direitos e deveres e devem morrer iguais, sendo que nem escolha política ou religiosa, sexualidade, posição económico-social, nível de ensino, sexo, ou idade, podem ser argumentos discriminatórios...
Se um ser humano não deve subjugar outro à sua vontade de forma indigna...
Se usar um objecto de superiorização sobre os demais Homens na rua é algo considerado errado...
Se o facto de um Homem humilhar outro é algo irracional e ofensivo...
Se o criar de uma plataforma de coação social à aceitação de uma Tradição é algo que destrói a Democracia e o Livre-Arbítrio...
Porque é que existe a Tradição Académica?
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Samarra 10/11
sábado, 31 de julho de 2010
Vita Completa
É preciso se conhecer, para se saber.
Saber, para se pensar.
Pensar, para questionar.
Questionar, para procurar.
Procurar, para relacionar.
Relacionar, para responder.
Responder, para descobrir.
Descobrir, para confrontar.
Confrontar, para escolher.
Escolher, para mudar.
Mudar, para melhorar.
Melhorar, para ser Maior.
Ser Maior, para ser feliz.
Ser feliz, para ser completo.
Saber, para se pensar.
Pensar, para questionar.
Questionar, para procurar.
Procurar, para relacionar.
Relacionar, para responder.
Responder, para descobrir.
Descobrir, para confrontar.
Confrontar, para escolher.
Escolher, para mudar.
Mudar, para melhorar.
Melhorar, para ser Maior.
Ser Maior, para ser feliz.
Ser feliz, para ser completo.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Choice
Neste período em que pausei da escrita neste blog, acabei por pensar um bocado sobre o nosso (da humanidade) propósito, melhor, não mesmo o nosso, não, mas antes o propósito de todo este conhecimento e saber, que aqui no blog defendemos como procura constante na vida. Digamos, o derradeiro "boss" da demanda por conhecimento e saber.
Mesmo que façamos toda uma vida de procura de conhecimento, e consequentemente de saber, todo esse complô de informação, só por si (como que obtida e deixada na prateleira, qual troféu) não tem absolutamente utilidade nenhuma, bem vistas as coisas. A informação que extraímos da ànalise do que nos rodeia, o saber que obtemos do conhecimento das coisas do Cosmos, têm como finalidade uma coisa: fundamentar as nossas escolhas, e estas, para serem as mais acertadas, precisam definitivamente dum vasto entender do Cosmos. Sempre que tomamos uma decisão devemos ter (e temos) presente objectivos, temos uma razão para escolher A e não B nem C nem D. É a única utilização que podemos dar ao que descobrimos à nossa volta, e é sem dúvida digna e importantíssima. É como um pensamento ou uma teoria que desenvolvamos: até ser posta em prática, é-nos completamente inútil, pois não se materializa, não toma parte/espaço no Cosmos; o conhecimento e o saber que adoptamos só ganha algum valor e utilidade a partir do momento em que é utilizado para estruturar as escolhas que diariamente nos são impostas.
A questão é que muitas escolhas são feitas erradamente, sem grande pensar no produto negativo de tal opção, e isso consequência duma fraca base de conhecimento, de saber.
O que pretendo transmitir deste artigo é uma explicação e também uma repetição do que foi exposto num artigo prévio: a procura incessante de conhecimento, de saber do que nos rodeia, daquilo que é matéria de influência directa e indirecta nas nossas escolhas, relacionar tudo com tudo, questionar e encontrar a resposta, tudo isto para ser possível tomar a melhor decisão, uma decisão que vá de encontro à tentativa de maior benefício global.
Mesmo que façamos toda uma vida de procura de conhecimento, e consequentemente de saber, todo esse complô de informação, só por si (como que obtida e deixada na prateleira, qual troféu) não tem absolutamente utilidade nenhuma, bem vistas as coisas. A informação que extraímos da ànalise do que nos rodeia, o saber que obtemos do conhecimento das coisas do Cosmos, têm como finalidade uma coisa: fundamentar as nossas escolhas, e estas, para serem as mais acertadas, precisam definitivamente dum vasto entender do Cosmos. Sempre que tomamos uma decisão devemos ter (e temos) presente objectivos, temos uma razão para escolher A e não B nem C nem D. É a única utilização que podemos dar ao que descobrimos à nossa volta, e é sem dúvida digna e importantíssima. É como um pensamento ou uma teoria que desenvolvamos: até ser posta em prática, é-nos completamente inútil, pois não se materializa, não toma parte/espaço no Cosmos; o conhecimento e o saber que adoptamos só ganha algum valor e utilidade a partir do momento em que é utilizado para estruturar as escolhas que diariamente nos são impostas.
A questão é que muitas escolhas são feitas erradamente, sem grande pensar no produto negativo de tal opção, e isso consequência duma fraca base de conhecimento, de saber.
O que pretendo transmitir deste artigo é uma explicação e também uma repetição do que foi exposto num artigo prévio: a procura incessante de conhecimento, de saber do que nos rodeia, daquilo que é matéria de influência directa e indirecta nas nossas escolhas, relacionar tudo com tudo, questionar e encontrar a resposta, tudo isto para ser possível tomar a melhor decisão, uma decisão que vá de encontro à tentativa de maior benefício global.
domingo, 18 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Conhecimento: O primeiro passo

O primeiro passo para a Racionalidade é o Conhecimento. Para conseguirmos atingir a Verdade e nos alinharmos com Ela primeiro temos de A Conhecer. E para conhecermos basta existirmos de forma consciente e cognisciente. Pois o Conhecimento é o conjunto das premissas que em equação formam uma conclusão racional ou não.
O Conhecimento é a consciência cerebral de X ser vivo do que o rodeia, do Cosmos. É a transformação de um padrão de estímulos sensoriais em informação eléctrica no nosso cérebro, são construções de informação armazenadas na nossa memória consciente e sub-consciente que são consultadas quando pensamos. Então o Conhecimento é o registo da nossa percepção cósmica apartir do qual nós realizamos equações lógicas para encontrarmos conclusões/respostas. E apartir dessas conclusões/respostas agimos fisicamente no Cosmos. Então posso argumentar racionalmente que a Razão aparece com o Conhecimento. É conhecendo o Cosmos nas suas mais variadas partes que posso agir de forma racional (de encontro à prosperidade cósmica). Posso alinhar-me com aquilo que compreendo e conheço. Então é fundamental conhecer o que me rodeia para melhor viver nesse meio.
A procura de mais e mais Conhecimento é então fundamental! Devemos então nunca cessar de procurar mais e mais informação para armazenar! Devemos procurar até onde nos for possível, conhecer e compreender o Cosmos, aquilo que nos envolve, aquilo que existe. E embora nos desencorajem a pensar e a conhecer, não deixemos de agir com curiosidade. E mais importante, transmitamos a curiosidade a todos, principalmente às crianças! E mesmo que nos digam que o Conhecimento é secundário, persiga-mo-lo sem cessar até às nossas mortes!
Conhecendo mais vivemos mais racionalmente. Comparativamente, podemos dizer que não conhecer é como estar num quarto às escuras, que não querer conhecer mais é não procurar o interruptor da luz, que aceitar a nossa ignorância e viver alinhado com a mesma é tremer de medo e deixar-se ficar encostado a um móvel, temendo o escuro e as coisas que a nossa imaginação coloca no mesmo...
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