terça-feira, 17 de julho de 2012
New Horizons
The search for a new horizon is an animal and natural process. It's built in us for practical reasons. We, animals, probe our surrounding Universe for food and for water, for protection and reproduction, for opportunities to thrive.
We Humans still search for new possibilities and advantages but we do something more. We can extract pleasure from the discovery. The prospect of reaching some distant shore, a distant land, or even a dim and remote moon in some remote star system, can really fill our hearts. Our curiosity soars and take us to new places. It guides me through some hill's ridge on Earth as it guided Humanity out of our blue spherical home. We have searched for a new horizon in our planet's horizons and now we rush to new ones lying on the Moon, on Mars, on Titan or Europa.
Curiosity and exploration can lead us to reach better things, new things. Our instinct call us to explore and we must attend that call.
Explore!
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Distanciamento estelar
As estrelas, brilhantes corpos em combustão que se revelam nos céus nocturnos sob a forma de pequenos pontos de luz, distantes. Representam para nós a melhor demonstração a "olho nu" da imensidão e abundância da fábrica Cósmica. É ciente do seu gigante distanciamento que eu, à noite, na bonanza de um céu desimpedido, quando olho para o campo celeste não me limito a observar uma abóbada coberta de pontos luminosos, mas faço sim um pequeno exercício de abstracção, de afastamento da massa terrestre e lenta aproximação de uma qualquer estrela situada a vários anos-luz. E neste meu acto imaginário de "zoom-out" contento-me na perspectiva do vazio espacial, solto das noções de cima e baixo, esquerda e direita, frente e trás; observar "360º" de inúmeros outros mundos, tão significantes como o meu, possíveis portadores de vida (inteligente até).
Revela-se um enorme prazer ser capaz de tal abstracção, sair da atmosfera humana quotidiana e reparar em tudo o que há para lá deste pálido ponto azul, toda uma realidade tão interessante e diferente. É um exercício que convido todos a experimentar.
domingo, 25 de março de 2012
Representação: Trabalho de Actor
Quando vemos um actor em cena sabemos que este assume ali (em palco) outra identidade, uma personalidade diferente da sua na vida real: gestualidade, verbalização, aparência (a estética), mentalidade, princípios/ideais, vivência... O que possibilita então ao actor encarnar um indivíduo parcial ou totalmente diferente de si nos vários aspectos que definem uma personalidade, e ainda assim fazer o espectador acreditar durante os momentos decorrentes da representação de que ele é esse indivíduo?
O mais simples e imediato aspecto no processo de personificação é a caracterização exterior do actor: a indumentária, a maquilhagem, e em segundo plano até o próprio cenário pode ser um indicador da época e do "habitat" da personagem, mas estes não são directamente da responsabilidade do actor, ele apenas conjuga a representação com estes elementos... Creio pois que os factores que melhor credibilizam a personagem são os mesmos que melhor credibilizam uma pessoa real: acções/comportamentos/atitudes baseadas nas experiências de vida, ideologias, maneiras de pensar e meio social envolvente; simplificando, a personagem é mais credível quanto mais estruturada e completa for a sua vida passada. Porque todos procedemos no dia-a-dia influenciados por variadíssimos factores que foram estando presentes na nossa vida, então na representação (cujo método é a imitação) é preciso criar, ainda que apenas mentalmente, um histórico que justifique todas as acções e atitudes praticadas pela personagem no decorrer do espectáculo.
Tal técnica não só trará realismo à representação como ajudará o actor a fundir-se melhor com a personagem, possibilitando até improvisações perfeitamente adaptadas à realidade da personagem e da cena. No entanto, requer um treino por parte do actor de diversas capacidades, sendo o poder de observação da realidade talvez a mais importante, por permitir captar as particularidades de cada vivência, de reacções face a diversas situações, de comportamentos e mentalidades de diferentes faixas sociais e etárias.
Deixo só por último uma referência ao livro "A preparação do Actor", pelo teórico do teatro Constantin Stanislavski, no qual satisfatoriamente encontrei a semelhança destas ideias que já antes havia desenvolvido autonomamente.
O mais simples e imediato aspecto no processo de personificação é a caracterização exterior do actor: a indumentária, a maquilhagem, e em segundo plano até o próprio cenário pode ser um indicador da época e do "habitat" da personagem, mas estes não são directamente da responsabilidade do actor, ele apenas conjuga a representação com estes elementos... Creio pois que os factores que melhor credibilizam a personagem são os mesmos que melhor credibilizam uma pessoa real: acções/comportamentos/atitudes baseadas nas experiências de vida, ideologias, maneiras de pensar e meio social envolvente; simplificando, a personagem é mais credível quanto mais estruturada e completa for a sua vida passada. Porque todos procedemos no dia-a-dia influenciados por variadíssimos factores que foram estando presentes na nossa vida, então na representação (cujo método é a imitação) é preciso criar, ainda que apenas mentalmente, um histórico que justifique todas as acções e atitudes praticadas pela personagem no decorrer do espectáculo.Tal técnica não só trará realismo à representação como ajudará o actor a fundir-se melhor com a personagem, possibilitando até improvisações perfeitamente adaptadas à realidade da personagem e da cena. No entanto, requer um treino por parte do actor de diversas capacidades, sendo o poder de observação da realidade talvez a mais importante, por permitir captar as particularidades de cada vivência, de reacções face a diversas situações, de comportamentos e mentalidades de diferentes faixas sociais e etárias.
Deixo só por último uma referência ao livro "A preparação do Actor", pelo teórico do teatro Constantin Stanislavski, no qual satisfatoriamente encontrei a semelhança destas ideias que já antes havia desenvolvido autonomamente.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Foto-Exposição - Ocidente
Ontem a equipa do SH.blogspot.com juntou-se numa nova expedição. Voltámos às costas contíguas ao Cabo da Roca, desta vez com uma maior atenção aos pormenores deste local magnífico. Partimos ao meio-dia da Praia Grande e rumámos a Sul, além do promontório da Roca, até ao Forte do Espinhaço, que atingimos ao pôr do Sol.
Neste dia fantástico e repleto de luz solar, conseguimos desfrutar imenso das maravilhas sensoriais das praias, falésias e bosques desta região e, também, compor uma estimulante foto-exposição a partir a nossa experienciação.
Ei-la:
Fotos por Paulo Cruz
Neste dia fantástico e repleto de luz solar, conseguimos desfrutar imenso das maravilhas sensoriais das praias, falésias e bosques desta região e, também, compor uma estimulante foto-exposição a partir a nossa experienciação.
Ei-la:
Fotos por Paulo Cruz
domingo, 15 de janeiro de 2012
Arte: Objectos Artísticos
No recente artigo entitulado "Experiência Estética" esta define-se como "uma espécie de êxtase sensacional que ocorre em reacção a um estímulo físico, uma descarga de prazer em resposta a algo que estimule profundamente os nossos sentidos"; no artigo seguinte, entitulado "Arte?", conclui-se que "Arte é tudo aquilo que é construído com o desígnio de criar uma experiência estética"; a partir destes dois conceitos surge uma questão: pode qualquer objecto criado ser considerado Arte?
Quando falamos em "experiência estética" estamos a entrar no campo da subjectividade, algo que nos é quase indescodificável. Um individuo pode sentir um forte estímulo sensorial com um determinado objecto que noutro individuo nada desperte. Assim, partindo da definição de Arte acima citada, o conceito terá de ser tão abrangente quanto os diferentes objectos capazes de estimular (mesmo que levemente) os sentidos.
Dou um exemplo que pode parecer exagerado, mas válido: um caixote do lixo, daqueles verdes que se encontram normalmente presos aos candeeiros urbanos. Tem uma volumetria específica, tem curvas suaves, que podem ser consideradas meramente funcionais, mas ainda assim é uma forma escolhida em detrimento de outra, o que mostra (alguma) consideração pela estética e pela "aceitação" visual do objecto. E porquê o verde e não qualquer outra cor? De uma vastíssima palete de cores, o criador do objecto perferiu o verde, com a vontade (nem que inconsciente) de criar uma experiência estética, ainda que mínima. O mesmo se passa na escolha de cores dos sinais de trânsito, em que se escolhe x e não y cor para simbolizar um determinado tipo de ordem.
Quando acima exploro a inclusão de objectos quotidianos (design) no campo da Arte, é possível surgir consequentemente a frustação de se estar a comparar os estímulos que tais objectos provocam com os provocados por uma pintura de Da Vinci ou uma escultura de Rodin... E é aceitável, pois estão a ser incluídos no mesmo grupo apesar de terem características tão dispares. Mas é por isso mesmo que se deve então estabeler diferentes classificações dentro da Arte, separar os vários objectos denomináveis de "artísticos", com base no esforço, na técnica, na destreza, na criatividade, nos recursos e na ideia em si que deram origem ao objecto artístico.
Seja qual for a definição de Arte não nos podemos esquecer que é um campo do domínio da subjectividade, e o que estimula uns não estimulará certamente outros.
Quando falamos em "experiência estética" estamos a entrar no campo da subjectividade, algo que nos é quase indescodificável. Um individuo pode sentir um forte estímulo sensorial com um determinado objecto que noutro individuo nada desperte. Assim, partindo da definição de Arte acima citada, o conceito terá de ser tão abrangente quanto os diferentes objectos capazes de estimular (mesmo que levemente) os sentidos.
Dou um exemplo que pode parecer exagerado, mas válido: um caixote do lixo, daqueles verdes que se encontram normalmente presos aos candeeiros urbanos. Tem uma volumetria específica, tem curvas suaves, que podem ser consideradas meramente funcionais, mas ainda assim é uma forma escolhida em detrimento de outra, o que mostra (alguma) consideração pela estética e pela "aceitação" visual do objecto. E porquê o verde e não qualquer outra cor? De uma vastíssima palete de cores, o criador do objecto perferiu o verde, com a vontade (nem que inconsciente) de criar uma experiência estética, ainda que mínima. O mesmo se passa na escolha de cores dos sinais de trânsito, em que se escolhe x e não y cor para simbolizar um determinado tipo de ordem.
Quando acima exploro a inclusão de objectos quotidianos (design) no campo da Arte, é possível surgir consequentemente a frustação de se estar a comparar os estímulos que tais objectos provocam com os provocados por uma pintura de Da Vinci ou uma escultura de Rodin... E é aceitável, pois estão a ser incluídos no mesmo grupo apesar de terem características tão dispares. Mas é por isso mesmo que se deve então estabeler diferentes classificações dentro da Arte, separar os vários objectos denomináveis de "artísticos", com base no esforço, na técnica, na destreza, na criatividade, nos recursos e na ideia em si que deram origem ao objecto artístico.
Seja qual for a definição de Arte não nos podemos esquecer que é um campo do domínio da subjectividade, e o que estimula uns não estimulará certamente outros.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Foto-Exposição - Praia da Ursa
No local onde tudo assume a posição mais ocidental do continente europeu, a Praia da Ursa também quase se assume como tal. No entanto, fá-lo de forma bestial. A Norte e a Sul do Cabo da Roca existem outras enseadas, ainda mais a ocidente. Ou não são de areia, ou só o são na maré baixa, ou não são acessíveis ao ser humano desarmado. Acessível, com esforço, resta-nos a Praia da Ursa, assim a mais ocidental praia permanente, de areia, acessível de forma não letal. Tantas condições que, não fazem mais do que corroborar a sua situação como a última das praias, à humilde escala humana, num sítio onde as proporções são mais próprias de gigantes.
As fotos que se seguem são parte do resultado de uma das experiências mais ingratas de tentar captar percepções visuais vividas por esta equipa. Os estímulos causados pelas depressões com vertentes densamente vegetadas que serpenteiam até à enseada, os esporões graníticos colmatados por sedimentos calcários furados pelas linhas de água e a riqueza biológica são apenas alguns dos pontos que se pretendem transmitir, além da sensação de incrível e desafiadora pequenez que sentimos desde o topo das falésias ao areal.
Fotos de Carlos Duarte e Paulo Cruz
As fotos que se seguem são parte do resultado de uma das experiências mais ingratas de tentar captar percepções visuais vividas por esta equipa. Os estímulos causados pelas depressões com vertentes densamente vegetadas que serpenteiam até à enseada, os esporões graníticos colmatados por sedimentos calcários furados pelas linhas de água e a riqueza biológica são apenas alguns dos pontos que se pretendem transmitir, além da sensação de incrível e desafiadora pequenez que sentimos desde o topo das falésias ao areal.
Fotos de Carlos Duarte e Paulo Cruz
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Experiência Estética?
O que é a Experiência Estética?
No seguimento do artigo "Arte?" e de forma a definir parte do objecto central dessa mesma teorização rápida, achei interessante tratar sinteticamente o conceito de Experiência Estética.
Ora, esse conceito foi-me primeiramente apresentado numa aula de Filosofia no Ensino Secundário e rapidamente me soou lógico e útil. Segundo a forma mais convencional, a Experiência Estética é uma espécie de êxtase sensacional que ocorre em reacção a um estímulo físico, uma descarga de prazer em resposta a algo que estimule profundamente os nossos sentidos. É mais fácil explicar este conceito de outra forma. A Experiência Estética é aquela sensação de enorme satisfação que surge em nós quando contemplamos uma paisagem profunda ou as cores no céu ao entardecer, é o arrepio que nos percorre quando ouvimos alguma música preferida ou quando lemos um genial poema. É uma reacção biológica com possíveis consequências práticas para a existência de um ser, sendo uma delas a capacidade de nos ligar mais proximamente ao Cosmos e de gerar necessidade de extrair dele, a partir dos nossos sentidos, fruição e prazer.
A Arte procura construir coisas que sejam capazes de suscitar prazer ao serem sentidas. A Experienciação Estética é, portanto, a base e o fim da criação artística.
No seguimento do artigo "Arte?" e de forma a definir parte do objecto central dessa mesma teorização rápida, achei interessante tratar sinteticamente o conceito de Experiência Estética.
Ora, esse conceito foi-me primeiramente apresentado numa aula de Filosofia no Ensino Secundário e rapidamente me soou lógico e útil. Segundo a forma mais convencional, a Experiência Estética é uma espécie de êxtase sensacional que ocorre em reacção a um estímulo físico, uma descarga de prazer em resposta a algo que estimule profundamente os nossos sentidos. É mais fácil explicar este conceito de outra forma. A Experiência Estética é aquela sensação de enorme satisfação que surge em nós quando contemplamos uma paisagem profunda ou as cores no céu ao entardecer, é o arrepio que nos percorre quando ouvimos alguma música preferida ou quando lemos um genial poema. É uma reacção biológica com possíveis consequências práticas para a existência de um ser, sendo uma delas a capacidade de nos ligar mais proximamente ao Cosmos e de gerar necessidade de extrair dele, a partir dos nossos sentidos, fruição e prazer.
A Arte procura construir coisas que sejam capazes de suscitar prazer ao serem sentidas. A Experienciação Estética é, portanto, a base e o fim da criação artística.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Arte?
O que é a Arte?
Esta parece ser uma das questões mais complexas e de difícil solução conceptual dentro da "esfera" humana. E surge também como, talvez, um tabu dentro do próprio meio artístico, uma espécie de tema quente e complicado que gera pouca concórdia entre quem se questiona sobre aquilo que constitui a Arte. Em algumas conversas com pessoas do meio artístico reparei que existe alguma dúvida sobre essa matéria e as opiniões passam frequentemente pelo aviso prévio de que essa é uma questão bastante complexa e algo delicada.
Acredito profundamente que responder a esta questão não é um problema complexissímo se deixarmos os subjectivismos de lado e analisarmos o conceito de Arte a partir do método científico. É comum assistir a um discurso algo filosófico, muitas vezes baseado no platonismo e numa aproximação mais abstraccionista da coisa. Porém creio que a aproximação correcta à questão artística, assim como a qualquer outra questão, é o processo científico e lógico. A consciência de que a Arte é um padrão comportamental humano e que, por essa razão, é algo conhecível revela-nos a possibilidade de a definir e caracterizar de forma racional e estruturada.
Tenho discutido largamente este assunto com o meu Amigo, e colega neste blog, Filipe Lopes e tenho sido assaltado por uma ideia interessante. A questão que nos faz divergir na nossa visão sobre a Arte é, principalmente, aquilo que transforma um qualquer objecto criado por um ser vivo num objecto artístico. E, no decorrer destas lutas de argumentos, eu acho que encontrei uma resposta que me soa bastante lógica:
A Arte é tudo aquilo que é construído com o desígnio de criar uma experiência estética.
Talvez esta conclusão seja demasiado simplista e já tenha sido teorizada por outros. Mas parece-me a mais acertada caracterização, o mais correcto conceito para o termo "Arte". Simplificando a teorização e procurando o denominador comum, o factor que liga toda a expressão artística humana, analisando aquilo que é o comportamento biológico e o espaço onde a Arte se insere nele, podemos atingir uma a resposta, por fim, à questão "o que é a Arte?".
Esta parece ser uma das questões mais complexas e de difícil solução conceptual dentro da "esfera" humana. E surge também como, talvez, um tabu dentro do próprio meio artístico, uma espécie de tema quente e complicado que gera pouca concórdia entre quem se questiona sobre aquilo que constitui a Arte. Em algumas conversas com pessoas do meio artístico reparei que existe alguma dúvida sobre essa matéria e as opiniões passam frequentemente pelo aviso prévio de que essa é uma questão bastante complexa e algo delicada.
Acredito profundamente que responder a esta questão não é um problema complexissímo se deixarmos os subjectivismos de lado e analisarmos o conceito de Arte a partir do método científico. É comum assistir a um discurso algo filosófico, muitas vezes baseado no platonismo e numa aproximação mais abstraccionista da coisa. Porém creio que a aproximação correcta à questão artística, assim como a qualquer outra questão, é o processo científico e lógico. A consciência de que a Arte é um padrão comportamental humano e que, por essa razão, é algo conhecível revela-nos a possibilidade de a definir e caracterizar de forma racional e estruturada.
Tenho discutido largamente este assunto com o meu Amigo, e colega neste blog, Filipe Lopes e tenho sido assaltado por uma ideia interessante. A questão que nos faz divergir na nossa visão sobre a Arte é, principalmente, aquilo que transforma um qualquer objecto criado por um ser vivo num objecto artístico. E, no decorrer destas lutas de argumentos, eu acho que encontrei uma resposta que me soa bastante lógica:
A Arte é tudo aquilo que é construído com o desígnio de criar uma experiência estética.
Talvez esta conclusão seja demasiado simplista e já tenha sido teorizada por outros. Mas parece-me a mais acertada caracterização, o mais correcto conceito para o termo "Arte". Simplificando a teorização e procurando o denominador comum, o factor que liga toda a expressão artística humana, analisando aquilo que é o comportamento biológico e o espaço onde a Arte se insere nele, podemos atingir uma a resposta, por fim, à questão "o que é a Arte?".
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
December
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